Bebê andando com apoio das mãos a mãe.
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Atraso no andar: Quando devo me preocupar se o bebê não anda?

Um dos medos mais frequente dos pais, sejam de primeira ou segunda viagem, é que o bebê apresente algum atraso no desenvolvimento, já que isso pode ser algum indicativo de condições de saúde que afetam o desenvolvimento normal do bebê. Entre esses medos, o mais recorrente é o atraso no andar, e muitas mamães se perguntam quando devem procurar ajuda ao notar que o bebê não está andando.

De modo geral, existe uma idade padrão em que os pediatras se baseiam para avaliar se o desenvolvimento do bebê está normal ou precisa ser investigado. No entanto, nem todo bebê segue essa linha de desenvolvimento, e enquanto alguns começam a andar antes, outros podem dar os primeiros passos mais tarde do que a média, e ainda assim, ser considerado algo normal.

Para tirar todas as suas dúvidas sobre esse assunto, separamos um post explicando mais sobre o atraso no andar e quando buscar ajuda profissional. Confira!

Quando o bebê começa a andar?

O tempo que uma criança leva para conquistar independência ao andar varia de acordo com o estímulo recebido e seu próprio ritmo de desenvolvimento. Aproximadamente 75% dos bebês começam a dar os primeiros passos por volta dos 13 meses, sem necessidade de apoio. Há casos em que alguns bebês já tentam dar seus primeiros passos laterais aos 14 meses de idade.

De modo geral, os bebês começam a andar entre 10 e 18 meses, e por volta dos 8-9 meses já ficam em pé apoiados nos móveis e dão alguns passos segurando em adultos, sofá ou qualquer outro lugar que suporte seu peso. Isso porque, nessa idade, a criança ainda está desenvolvendo sua habilidade de equilíbrio, e precisa de apoio para caminhar.

Bebê em pé apoiado na cama.
O bebê começa a se apoiar nos móveis para ficara em pé por volta dos 9 meses.

Nessa fase, os bebês estão realmente desenvolvendo suas habilidades motoras, especialmente o equilíbrio e a coordenação motora necessários para andar de forma independente. É importante observar que esses marcos do desenvolvimento podem variar de uma criança para outra, e alguns bebês podem começar a andar um pouco mais cedo ou mais tarde do que a média.

Se houver preocupações específicas sobre o desenvolvimento motor de um bebê, é sempre aconselhável discutir isso com um profissional de saúde, como um pediatra, que pode fornecer orientações mais personalizadas com base no acompanhamento do desenvolvimento da criança.

Quando o atraso no andar do bebê é preocupante?

A previsão é que, até os 18 meses, o bebê consiga caminhar de forma independente, sem necessidade de auxílio. Entretanto, caso esse marco não seja atingido, esse atraso no desenvolvimento é identificado como uma lacuna entre a idade cronológica da criança e o estágio esperado de suas habilidades. As origens desses atrasos podem ser diversas.

É extremamente importante lembrar que cada criança é única; portanto, o tempo de desenvolvimento pode variar entre elas. O atraso no andar do bebê, em muitos casos, pode estar relacionado à falta de estímulo adequado, condições físicas ou neurológicas. O acompanhamento com o pediatra é fundamental.

Você deve buscar ajuda médica sempre que seu bebê não andar sem ajuda ou apoio depois dos 18 meses, ou seja, 1 ano e 6 meses. Quando o bebê ainda tem dificuldade de andar com essa idade, considera-se um atraso no andar.

Bebê andando com ajuda do pai.
O atraso no andar só deve preocupar os pais depois dos 18 meses de idade do bebê.

Em situações específicas, por exemplo, os pais não deixam o bebê no chão para que ele engatinhar e explore e especialmente fique em pé apoiado nos móveis para se desenvolver e aprender a dar os primeiros passos. Como resultado, a criança pode demorar mais do que o normal para andar, já que não recebe os estímulos necessários para um desenvolvimento saudável.

Em outros casos, o atraso pode estar ligado a condições neurológicas e físicas, mas esses casos são menos comuns. No geral, os próprios pais, com medo de que o bebê se machuque e caia enquanto aprende a andar, acabam deixando a criança insegura e com medo de dar os primeiros passos, piorando o atraso.

Leia também: O que fazer quando o bebê tem medo de andar?

Causas comuns no atraso para o bebê andar

O desenvolvimento motor de um bebê é um processo complexo e multifacetado, que ocorre em um ritmo único para cada criança. Diversos fatores podem influenciar o andar do bebê, e é importante compreender que o desenvolvimento ocorre em uma ampla faixa de normalidade. No entanto, alguns atrasos podem ser observados, e a identificação precoce das causas é fundamental para garantir intervenções adequadas, quando necessárias.

  1. Genética: A carga genética desempenha um papel significativo no desenvolvimento motor. Algumas crianças podem herdar predisposições genéticas que afetam a coordenação motora e o equilíbrio, o que pode resultar em um atraso no início do andar.
  2. Prematuridade: Bebês nascidos prematuramente podem enfrentar desafios adicionais no desenvolvimento motor, uma vez que seus sistemas nervosos e musculares podem não estar totalmente amadurecidos no momento do nascimento.
  3. Estimulação Ambiental: A falta de estimulação motora adequada pode contribuir para atrasos no desenvolvimento. Um ambiente que não promove oportunidades para o bebê explorar e praticar habilidades motoras pode resultar em um progresso mais lento.
  4. Problemas de Saúde: Condições médicas, como problemas neuromusculares, anomalias congênitas ou deficiências sensoriais, podem impactar o desenvolvimento motor. A identificação precoce dessas condições é essencial para um manejo adequado.
  5. Fatores Psicossociais: O ambiente emocional em que o bebê está inserido desempenha um papel vital. O estresse familiar, a falta de interação positiva e outros fatores psicossociais podem influenciar o desenvolvimento motor.
  6. Variações Individuais: Cada bebê é único, e as taxas de desenvolvimento podem variar amplamente. Alguns bebês podem começar a andar mais cedo, enquanto outros podem levar mais tempo. Essas variações individuais devem ser consideradas ao avaliar o desenvolvimento motor.
  7. Atrasos na Aquisição de Habilidades Motoras Prévias: Certas habilidades motoras, como rolar, engatinhar e ficar em pé, são etapas importantes no caminho para o andar. Atrasos nessas habilidades prévias podem impactar o momento em que o bebê começa a andar de forma independente.
  8. Intervenções Excessivas ou Insuficientes: Uma quantidade excessiva de intervenção ou, inversamente, a falta de estímulo motor adequado, pode afetar negativamente o desenvolvimento. O equilíbrio entre permitir que o bebê explore de forma independente e oferecer suporte quando necessário é crucial.
  9. A saúde ou a condição física subjacente: desempenhando um papel crucial no desenvolvimento motor dos bebês, e a hipotonia, caracterizada pelo baixo tônus muscular, figura como uma das principais causas de atraso na aquisição da marcha. Além disso, a hipotonia pode manifestar-se em condições menos comuns, como a síndrome de Williams, destacando a diversidade de influências nesse aspecto do desenvolvimento infantil. Vale ressaltar que o atraso no início da caminhada também pode ser indicativo de formas leves de paralisia cerebral.

É importante destacar que o desenvolvimento motor é uma jornada única para cada bebê, e a variação é esperada. No entanto, se houver preocupações persistentes ou sinais de atraso significativo, é aconselhável procurar a orientação de profissionais de saúde, como pediatras e fisioterapeutas, para avaliação e suporte adequados.

Como posso estimular meu filho a andar mais rápido?

Antes de mais nada, é essencial que você nunca force a criança a andar caso ela não demonstre interesse em dar os primeiros passos. É comum vermos pais comparando seus filhos com outras crianças, e acabam querendo estimular os pequenos a andarem porque o outro bebê da mesma idade já está aprendendo, e acabam criando diversos traumas e atrapalhando ainda mais o processo.

Cada bebê tem seu tempo, e não é porque seu filho ainda não começou a ficar em pé sem apoio com 10 meses que ele está atrasado e não vai andar no tempo certo.

Nesses casos, você pode estimular a criança colocando brinquedos em cima do sofá para que ela fique em pé sozinha para pegar o objeto, de forma totalmente natural e voluntária.

Ficar atento (a) aos sinais que o bebê está pronto para andar também é fundamental, alguns dos sinais são:

  1. Controle da cabeça: O bebê já deve ser capaz de segurar a cabeça firmemente.
  2. Sentar-se sem apoio: A capacidade de se sentar por conta própria é um indicativo de que os músculos do tronco estão ficando mais fortes.
  3. Rolar: O bebê pode começar a rolar de barriga para costas e vice-versa.
  4. Crawling (engatinhar): Alguns bebês começam a engatinhar antes de começar a andar, enquanto outros podem pular essa fase e ir direto para ficar de pé.
  5. Apoio em pé: O bebê começa a se levantar, apoiando-se em móveis, como móveis, mesas de café ou grades do berço.
  6. Agarrar-se a objetos: Os bebês muitas vezes agarram-se a objetos para manter o equilíbrio ao ficar em pé.
  7. Coordenação motora fina: O desenvolvimento de habilidades motoras finas, como pegar pequenos objetos com os dedos, também está associado ao desenvolvimento motor geral.
  8. Caminhar com apoio: O bebê pode começar a dar passos enquanto segura nas mãos de um adulto ou segura em um objeto estável.
  9. Equilíbrio: O bebê começa a demonstrar um melhor equilíbrio ao ficar em pé.
  10. Interesse em se movimentar: O bebê pode começar a demonstrar interesse em explorar o ambiente ao se mover e pode tentar se locomover de diferentes maneiras.
Sinais de prontidão do bebê para andar sozinho.

Porém, se você nota que seu filho já começou a querer se movimentar, seja por andar apoiado ou ficar em pé nos móveis, você pode ajudá-lo das seguintes formas:

1. Deixe-o descalço ou com meias anti-derrapantes

Estimular um bebê a andar envolve criar um ambiente propício para o desenvolvimento motor e sensorial. Uma prática simples e eficaz é permitir que o bebê fique descalço ou use meias anti-derrapantes durante períodos específicos do dia. Essa abordagem oferece uma série de benefícios importantes para o desenvolvimento saudável do seu filho.

Quando um bebê fica descalço, ele experimenta uma variedade de sensações táteis e proprioceptivas que contribuem para o desenvolvimento sensorial. Os pés têm muitas terminações nervosas, e permitir que o bebê sinta diferentes texturas e temperaturas diretamente em seus pés ajuda a desenvolver as conexões neurais.

Bebê descalço.
o ideal é deixar o bebê aprender a andar descalço parar criar um atrito maior na sola dos pezinhos

Além disso, andar descalço estimula o desenvolvimento da musculatura dos pés, tornozelos e pernas, preparando-os para os desafios que virão ao aprender a andar.

Meias anti-derrapantes, por sua vez, oferecem uma opção segura para proteger os pés do bebê enquanto proporcionam tração durante os primeiros passos. Estas meias são especialmente projetadas com solas antiderrapantes, permitindo que o bebê se mova com mais confiança e estabilidade, mesmo em superfícies escorregadias.

2. Não use o andador

Mesmo que antigamente o andador fosse um item indispensável para os bebês, hoje sabemos que seu uso pode até mesmo atrasar o processo de aprendizagem.

Isso acontece porque, por estar apoiado no assento do andador e por se locomover com as rodinhas, o bebê não faz tanto esforço para andar, além de não aprender a sustentar o corpo e não ficar ereto corretamente para dar os primeiros passos sem apoio.

O uso do andador para bebês tem sido motivo de debate entre profissionais de saúde e pais. Embora seja concebido como uma ferramenta para auxiliar no desenvolvimento da habilidade de andar, vários estudos e especialistas alertam sobre os potenciais danos colaterais associados a seu uso.

Um dos principais problemas relacionados ao andador é que ele pode interferir no processo natural de aprendizagem do bebê para andar. O andador permite que o bebê se mova rapidamente sem ter desenvolvido totalmente a força e coordenação necessárias para sustentar seu próprio peso e equilíbrio. Isso pode resultar em um aprendizado inadequado da marcha, já que a criança pode depender excessivamente do andador para apoio.

Criança no andador.

Além disso, o uso do andador pode aumentar o risco de acidentes e lesões. Os bebês em andadores têm maior probabilidade de alcançar objetos perigosos, como produtos químicos domésticos e tomadas elétricas, devido à mobilidade aumentada. Isso pode levar a acidentes graves, como quedas, queimaduras e intoxicações.

Os especialistas também apontam que o uso prolongado do andador pode afetar o desenvolvimento muscular e ósseo adequado, pois a postura e a mecânica de movimento podem ser comprometidas. Isso pode resultar em problemas ortopédicos no futuro.

Em muitos países, devido aos riscos associados, andadores têm sido alvo de regulamentações e até mesmo proibições em certos locais. A recomendação geral de profissionais de saúde é favorecer métodos tradicionais de aprendizagem, como o uso de brinquedos e atividades que encorajem o bebê a desenvolver suas habilidades motoras de maneira natural e segura.

3. Pegue na mãozinha do bebê

A experiência de dar os primeiros passos é um marco emocionante no desenvolvimento de um bebê, e a presença atenciosa e encorajadora dos pais desempenha um papel crucial nesse processo. Pegar na mão do bebê e ajudá-lo a dar os primeiros passos é uma prática que vai além do suporte físico; ela cria um ambiente seguro e estimulante para o desenvolvimento motor e emocional.

Ao segurar a mão do bebê enquanto ele dá os primeiros passos, os pais oferecem uma base estável e a confiança necessária para explorar o mundo em pé. O toque gentil e seguro transmite uma sensação de apoio, permitindo que o bebê experimente a sensação de estar de pé e se movendo de maneira mais segura.

Bebê caminhando com o pai segurando a mão.
uma forma de ajudar o bebê a andar mais rápido e ajudando-o a equilibrar o peso andando de mãos dadas com ele

Além do suporte físico, essa prática também promove uma conexão emocional valiosa entre pais e bebê. O bebê se sente amparado e encorajado pelos pais, criando uma atmosfera positiva e reforçando o vínculo emocional durante esses momentos especiais de descoberta.

Durante essa fase, é essencial permitir que o bebê dite o ritmo. Alguns bebês podem estar mais ansiosos para dar os primeiros passos, enquanto outros podem precisar de mais tempo e incentivo. Ao segurar a mão do bebê, os pais podem adaptar-se às necessidades individuais da criança, proporcionando um suporte personalizado e incentivando uma abordagem mais independente à medida que o bebê se sente mais confiante.

4. Deixe-o explorar a casa

Um dos erros mais comuns dos pais na hora de ensinar a criança a andar é ficar em cima do pequeno e pegá-lo o tempo todo, com medo de que ele caia e se machuque. Nossa dica é sempre deixar o bebê explorar a casa sozinho, sob supervisão de um adulto para evitar acidentes, e socorrer a criança apenas quando você notar que ele tenha caído e se machucado. Os tropeços são normais e naturais, e é importante que ele aprenda a se levantar sozinho quando isso acontecer.

Outra dica é que, caso ele comece a escalar os móveis, como subir no sofá, você não interfira: fique atrás para pegá-lo caso ele escorregue, mas não coloque as mãos nele para ajudá-lo ou impedi-lo.

Além de estar auxiliando o pequeno a criar mais segurança para se movimentar sozinho, você também está ajudando-o a criar autonomia e fortalecer a musculatura para aprender a andar.

5. Use brinquedos para estimular o andar do bebê

Introduzir brinquedos estimulantes pode ser uma estratégia eficaz para incentivar seu filho a andar mais rápido. Escolha brinquedos que despertem a curiosidade e incentivem o movimento. Carrinhos coloridos, bolas leves ou até mesmo brinquedos que emitem sons ao se mover são excelentes opções.

Ao selecionar esses brinquedos, leve em consideração as preferências individuais da criança. Se ela tiver um personagem favorito, procure brinquedos relacionados a esse personagem. A ideia é criar uma associação positiva entre o movimento rápido e a diversão.

Ao brincar com esses brinquedos, demonstre entusiasmo e animação. Mostre como o brinquedo pode se movimentar de maneira empolgante e encoraje seu filho a imitar o movimento. Essa imitação não apenas estimula a velocidade de caminhada, mas também promove a coordenação motora e o desenvolvimento cognitivo.

Além disso, reserve momentos específicos do dia para brincar com esses brinquedos, transformando a atividade em um evento especial. Pode ser uma espécie de “hora do brinquedo rápido”, criando uma expectativa positiva em torno do movimento acelerado.

Veja a experiência desse pai ao estimular a sua bebê com brinquedos:

Minha filha está ficando em pé apoiada no sofá, e, para estimulá-la, eu pego o brinquedo preferido dela, movimento-o e chamo a atenção dela. Assim, ela vai atrás do brinquedo, se diverte e se desenvolve, preparando-se para começar a caminhar.

Carlos, Pai da Manuela.

06. Seja paciente e ofereça apoio

A paciência desempenha um papel crucial no processo de desenvolvimento da criança, especialmente quando se trata de alcançar marcos importantes, como aprender a andar mais rápido. Cada criança progride em seu próprio ritmo, e é fundamental reconhecer e respeitar essas diferenças individuais.

Ao incentivar seu filho a andar mais rápido, esteja preparado para celebrar cada passo, mesmo que pequeno, em direção ao progresso. Evite pressionar ou criar expectativas excessivas, pois isso pode gerar ansiedade e insegurança na criança.

Ofereça apoio constante e encorajamento verbal. Use palavras positivas para reforçar os esforços, destacando o quão orgulhoso você está do seu filho por tentar algo novo. Isso constrói uma base sólida para a autoconfiança e motivação intrínseca.

Pais estimulando o bebê a andar.

Durante as atividades que envolvem andar mais rápido, esteja fisicamente presente para proporcionar uma sensação de segurança. Se a criança cair ou hesitar, ofereça uma mão amiga para ajudar a levantar-se e continue incentivando de maneira positiva.

Além disso, esteja atento aos sinais de cansaço ou frustração. Se perceber que seu filho está perdendo o interesse ou ficando sobrecarregado, dê um passo para trás e mude o foco da atividade. Lembre-se de que a jornada é tão importante quanto o destino, e criar um ambiente descontraído e positivo é essencial.

Além das dicas anteriores, escolhemos um vídeo muito legal para que você veja na prática as orientações de uma mãe e como ela estimula sua bebê em casa.

Perguntas frequêntes sobre o andar do bebê

Quando é considerado atraso no andar?

O atraso no andar é geralmente considerado quando uma criança não começa a andar independentemente dentro do intervalo de desenvolvimento típico, que varia, mas geralmente ocorre entre 9 meses e 18 meses de idade.

É normal bebê de 1 ano e 2 meses não andar?

Sim, é considerado normal que alguns bebês não estejam andando aos 1 ano e 2 meses. O desenvolvimento motor varia amplamente entre as crianças, e muitos começam a andar mais tarde. No entanto, é sempre aconselhável discutir qualquer preocupação com o desenvolvimento da criança com um pediatra para garantir que não haja problemas subjacentes.

É normal uma criança de 1 ano e 3 meses não andar?

Sim, é considerado normal que algumas crianças de 1 ano e 3 meses ainda não estejam andando. O desenvolvimento motor varia amplamente entre as crianças, e muitas começam a andar entre 9 e 15 meses, mas algumas podem levar mais tempo.

É normal uma criança de 1 ano e 5 meses ainda não andar?

Sim, é considerado normal uma criança de 1 ano e 5 meses ainda não estar andando. O desenvolvimento motor varia amplamente entre as crianças, e muitas começam a andar entre 9 e 15 meses. O importante é observar o progresso geral do desenvolvimento da criança e discutir quaisquer preocupações específicas com o pediatra para avaliação adequada.

Quanto tempo o bebê pode demorar para andar?

Aproximadamente 75% dos bebês, por volta dos 13 meses, iniciam a experiência de caminhar sem auxílio. Alguns pequenos exploradores já arriscam seus primeiros passos laterais aos 14 meses. Nesse estágio, é comum observar que muitas crianças também começam a fazer a transição da posição sentada para a em pé, mantendo o equilíbrio.

É normal o bebê demora para andar?

Não há um momento preciso para que os bebês iniciem a caminhada. O desenvolvimento ocorre em ritmos únicos, e embora seja comum que essa etapa ocorra por volta do primeiro ano de vida, é totalmente normal que um bebê comece a andar antes ou depois desse período.

Como saber se meu filho tem problema pra andar?

Observar atentamente o desenvolvimento motor do seu filho é crucial. Se ele não demonstrar progresso em direção ao andar após 18 meses, exibir assimetrias notáveis, mostrar postura anormal, recusar-se a suportar peso nas pernas, persistir com reflexos primitivos ou apresentar atrasos significativos em outras habilidades motoras, é aconselhável consultar um pediatra para avaliação e orientação adequadas.

O que fazer quando a criança tem medo de andar?

Quando uma criança tem medo de andar, é importante abordar a situação com paciência e apoio. Incentive-a com estímulos positivos, como brinquedos ou elogios, para encorajar os passos. Crie um ambiente seguro e propício para a prática, e evite pressionar demais. Se o medo persistir, considerar a consulta a um pediatra para descartar possíveis preocupações físicas e, se necessário, buscar orientação de um especialista em desenvolvimento infantil.

Quando se preocupar com o andar do bebê?

A preocupação com o andar do bebê surge quando há atrasos notáveis em relação aos marcos de desenvolvimento típicos. Se a criança não está mostrando progresso em direção ao andar por volta de 18 meses, se há assimetrias notáveis, persistência de reflexos primitivos, recusa constante ou atrasos em outras habilidades motoras, é aconselhável consultar um pediatra. O profissional pode avaliar o desenvolvimento da criança e, se necessário, encaminhar para especialistas em desenvolvimento infantil para uma avaliação mais detalhada. A detecção precoce de qualquer problema pode facilitar intervenções eficazes.

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